|
Meu Cavalinho de Pau
Crioulo das fantasias
Tinha a cola que não crescia
E a boca sem comer pasto
O lombo meio sião,
Pescoço de gavião
E uma rachadura no casco
Tinha raça de “taquara”...
Desde os tempos do cavalinho de taquara, brincando de faz de conta, sem saber o significado certo de “Freio de Ouro”.
Atropelava, sujeitava e escramussava...
Assim eu tocava o meu “Freio de Ouro”. Ah! Que saudade...
Um sonho a realizar, que aos 24 anos nunca deixou eu me afastar do cavalo.
Depois de 6 anos em um lugar e outro, resolvi construir o meu próprio centro de treinamento.
Agora com cavalos de verdade trabalho com dedicação, empenho e responsabilidade, sempre procurando o melhor tanto profissionalmente quanto na estrutura do centro.
O Centro faz parte da minha vida, pois faço o que gosto e quero continuar com dedicação, determinação e fé, aos poucos as coisas vão acontecendo.
Pitiço |